17.09.2026
Martim Krupenski em entrevista ao Jornal de Negócios sobre inovação, talento e internacionalização
Em entrevista ao Jornal de Negócios, Martim Krupenski, managing partner da Morais Leitão, analisa alguns dos principais desafios que estão a transformar o setor da advocacia, num contexto marcado pelo aumento da concorrência, pela evolução tecnológica e pela necessidade de atrair e reter talento.
Crescimento, inovação e talento
Nesta entrevista, Martim Krupenski destaca a evolução positiva da Sociedade nos últimos anos e sublinha a necessidade de continuar a adaptar a forma de prestar serviços jurídicos às novas exigências do mercado. Num setor cada vez mais competitivo, considera essencial reforçar a capacidade de inovação e diferenciação, tanto do ponto de vista técnico como tecnológico.
A meritocracia surge também como um dos temas centrais da entrevista, associada à necessidade de criar oportunidades de crescimento e de assegurar a retenção e captação de talento. Ao mesmo tempo, o nosso managing partner sublinha a importância de preservar a cultura da Sociedade e de encontrar um equilíbrio entre competitividade, progressão e solidariedade entre gerações.
A inovação e a Inteligência Artificial são igualmente prioridades estratégicas. Martim Krupenski destaca o investimento realizado pela Morais Leitão nestas áreas, com o objetivo de desenvolver formas mais inovadoras de prestar serviços jurídicos e soluções de base jurídica que acrescentem valor aos clientes.
Internacionalização e novas áreas de investimento
A internacionalização é outro dos eixos em destaque. Mais de um terço da faturação da Sociedade resulta atualmente de negócio internacional, uma componente que a Morais Leitão pretende continuar a desenvolver. A estratégia passa pela Europa e pelos Estados Unidos, mas também pelo reforço da presença no hemisfério sul, nomeadamente através dos escritórios em Angola, Moçambique e Cabo Verde e de parcerias noutros mercados africanos.
Em Portugal, Martim Krupenski refere ainda a aposta em áreas como tecnologia, life sciences e startups e identifica o urbanismo e ambiente, turismo, imobiliário, saúde, centros de dados e regulação financeira entre os setores que têm despertado maior interesse dos investidores. Para reforçar a atratividade do país, aponta como fatores particularmente relevantes a estabilidade legislativa e regulamentar e uma maior rapidez na tomada de decisões.
Leia a entrevista completa no Jornal de Negócios.